Extremo volta a mexer com a Falperra em 18 de julho

Os edifícios religiosos na fronteira entre os concelhos de Braga e de Guimarães são pano de fundo para um percurso com vários expoentes da música eletrónica, arte e natureza.

Legado de Braga 25 – Capital Portuguesa da Cultura, o Extremo regressa em 18 de julho, do nascer ao pôr-do-sol, com vários concertos de música eletrónica, entre performances e instalações artísticas, diálogo com a natureza e sensibilização ambiental.

“A primeira edição do festival Extremo reuniu mais de três mil pessoas, esgotando todos os espaços de apresentação onde existia lotação limitada. Tínhamos esta intuição, mas a edição do ano passado comprovou-o: há uma apetência do público por propostas que se afastem do formato da maioria dos festivais que se fazem no verão. Interessa-nos juntar um programa com qualidade artística com um ritmo que permita ao público respirar, escutar e descobrir o território”, refere a Capivara Azul, associação organizadora do festival, em comunicado.

Entre os nomes que compõem a dimensão musical do festival, incluem-se Alessandro Cortini e Valentina Magaletti, par de artistas que estamos certos com papel determinante nos próximos anos da música exploratória e eletrónica -, Debit ou Shane Parish, a Pedro Augusto e Molero e ainda Joana de Sá e Calcutá.

A criação artística cruza-se com o conhecimento científico e a sensibilização ambiental: uma visita guiada à fauna e flora dos Sacromontes, mediada por técnicos do Laboratório da Paisagem, o apoio à instalação *Habitat*, de Adriana Sá e John Klima, e uma oficina de biomateriais orientada pela bióloga Ana Pereira.

No dia, haverá um serviço dedicado que fará a ligação entre Guimarães, com passagem pelas Taipas, e o recinto do festival, numa parceria com a Vale do Ave, concessionária da Guimabus.

Legado da Braga 25 – Capital Portuguesa da Cultura 2025, o Extremo conta também com o apoio do Município de Guimarães. O acesso ao festival é gratuito.

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