E se perguntássemos outra vez?
Há perguntas que fazemos por hábito e respostas que aceitamos sem pensar. Mas e se, por vezes, fosse preciso parar, olhar melhor e perguntar outra vez?
Há perguntas que fazemos por hábito e respostas que aceitamos sem pensar. Mas e se, por vezes, fosse preciso parar, olhar melhor e perguntar outra vez?
Iniciámos um novo processo eleitoral e entrámos num período essencialmente interno, de escuta, reflexão e reorganização. Não se trata de encerrar um caminho, mas de criar condições para o continuar.
Uma educação verdadeiramente democrática é aquela que não torna a continuidade pedagógica e a qualidade do acompanhamento um privilégio económico, mas um padrão garantido para todos os alunos.
O que a evidência sugere, é que sonhar parece ser um trabalho silencioso e contínuo de manutenção da nossa vida mental, ainda em grande parte por explicar.
Preservar a memória é fundamental, mas o verdadeiro desafio está em saber o que fazemos hoje com aquilo que recebemos das gerações anteriores.